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Plano de Internacionalização da UFG é avaliado pelo ACE Laboratory

Laboratório fornece tutoria a universidades que queiram aprimorar processos de internacionalização

Texto: Wesley Menezes/Fabrício Soveral
Foto: Reprodução/Zoom

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Foi realizada na manhã desta quarta-feira (13/10) a apresentação do Plano Estratégico de Internacionalização da UFG para o Conselho Americano de Educação (ACE, em inglês) composto pelos professores Robert McKenna Brown (Virginia Commonwealth University), Susan Carvalho (University of Alabama), Paulo Zagalo-Melo (Western Michigan University) e Paulo Speller (Representante do Brasil no OBREAL – Global Observatory).

O ACE Internationalization Laboratory é um projeto do American Council on Education que fornece tutoria a universidades que queiram aprimorar seu processo de internacionalização. É a primeira vez que universidades brasileiras participam desse projeto. A UFG, juntamente com a Universidade Federal do Pará e a Universidade Estadual de Maringá, participa do ACE Lab desde 2019 e o Plano Estratégico de Internacionalização é o resultado da participação da UFG no referido Laboratório.

Durante a reunião, que foi dirigida pelo secretário de Relações Internacionais da UFG, Francisco Quaresma, foi apresentado o documento que sistematiza o processo de internacionalização da universidade. “São 88 acordos com 26 países em 4 continentes”, informou Quaresma.

A vice-reitora Sandramara Matias destacou o trabalho da UFG mesmo durante a pandemia: “A UFG não parou, continuamos trabalhando, realizando uma série de ações e atividades, tanto no ensino e na pesquisa quanto na extensão, e internacionalização também. Apesar de algumas atividades terem sido suspensas, trabalhamos intensamente para dar conta desse desafio”.

Algumas propostas sugeridas para o avanço do processo de internacionalização foram: ampliação da participação da UFG em redes de associações internacionais; a divulgação de dados da internacionalização que podem ser consultadas no site Analisa UFG; a tradução automática das páginas das unidades acadêmicas e demais órgãos da universidade; ações para o desenvolvimento da proficiência de língua estrangeira entre a comunidade acadêmica; e o desenvolvimento do portal em língua inglesa international.ufg.br.

Paulo Speller salientou a importância de Goiás na perspectiva da pesquisa internacional: “Há vários projetos, com impactos sociais, econômicos e socioeconômicos. Goiás nesse sentido tem um potencial tremendo para a pesquisa internacional”.

Susan Carvalho elogiou o trabalho que vem sendo feito e destacou o estabelecimento do acordo entre a Sede do Instituto Confúcio da China e a UFG para a implantação do Instituto Confúcio de Medicina Chinesa, que aconteceu em 2019.

Zagalo-Melo recomendou que conste também no plano a verba a ser destinada para a implementação das ações apresentadas e parabenizou o empenho da Universidade com a internacionalização.

O reitor Edward Madureira falou sobre os esforços da UFG para desenvolver a internacionalização e afirmou: "Agora cabe a nós pensar nas formas de viabilizar a implementação desse Plano".

Durante a reunião, realizada de forma on-line, foi prestada uma homenagem ao professor Lucas Felício Costa, falecido no último dia 11 de outubro. Lucas assumiu papéis importantes no processo de internacionalização da Faculdade de Artes Visuais da UFG e atuou em projetos de extensão com suporte às populações fragilizadas nas questões de habitação e de moradia.

Fonte: Reitoria Digital UFG

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